quarta-feira, 28 de abril de 2010

tell me i am worth it

Chorei sem saber o porquê, e talvez por quem. Nunca quis impressionar, nem forçar certas situações e por agir assim, realmente não chamei atenção alguma. Algumas pessoas mencionam que a verdade dói e que nos incomodamos com ela. Questiono-me: - mas a verdade não é essa, e eu sei. Sei do quanto sou capaz, de meus planos futuros de como vejo a vida fluir diariamente de como converso sobre meus desejos, de como percorro o caminho para que algumas sejam realizadas. Da dificuldade que tenho para realizá-las, dos obstáculos vencidos e de todas as outras coisas que podem parecer pequenas, mas são de grande valia para que caminhem belamente minhas vontades. Se sei de tudo isso, porque chorei? Por que me tocou tanto? Talvez de quem venha o questionamento, talvez por não esperar uma hora dessas algo tão sério. Talvez porque pra essa mesma pessoa você sempre quis ter alguma conversa séria e jamais teve abertura para isso. Choquei, entristeci e me falta sono pra tentar digerir o que foi falado. Talvez essa pessoa jamais sonhou que as minhas maiores vontades eram de dizer como tinha sido meu dia de trabalho, de meus novos planos no cargo novo, dos elogios que o chefe me dava, do convívio fácil e carinhoso que tenho com meus familiares. Da importância que é pra mim família, do amor que eu sei dar a alguém (amor esse, sem ser a algum homem), da forma que abraço as causas de alguns amigos. Dos meus planos de estudo, das minhas viagens em buscar do saber e de tudo que não fosse os assuntos que temos, que de tão evitados se tornaram únicos. A conclusão que chego é que homens medianos merecem mulheres medianas, e me incluo fora dessa. Infelizmente alguém não soube me enxergar como deveria. Oportunidades não faltarão? Sim, faltarão muitas, pois da mesma forma que algo me atrai por ser diferente, a igualdade me brocha. Só me pergunto a todo o momento, porque chorei?


Eu sinto que sei que sou um TANTO bem maior!

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Amor-Próprio

"Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável, pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama amor-próprio."

(Chaplin)

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Pela real beleza (dove)


A BELEZA ESTÁ NOS OLHOS DE QUEM VÊ, NÃO?


AH TÁ.